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O Hospital de Campanha foi desativado depois de dar alta ao último doente

Carolina Bessa Carolina Bessa

O Hospital de Campanha foi desativado depois de dar alta ao último doente

Mantém-se pronto a reabrir, mas todos esperamos que não seja necessário.

Montado na Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota pela Câmara do Porto, o Hospital de Campanha do Porto, que prestava apoio aos hospitais centrais no tratamento de doentes infetados com o novo coronavírus, foi, finalmente, desativado, após o último paciente ter recebido alta médica. 

Esta é uma boa notícia, uma vez que reflete a capacidade de respostas dos serviços de saúde do Porto. Com capacidade para 300 camas, este Hospital de Campanha funcionou durante 31 dias. Agora, espera-se que não haja necessidade para o reabrir.

Contudo, e por se falar num segundo surto da doença, e tendo em conta que a ameaça de mantém, a estrutura não será desmontada. Assim, estará preparado para receber pacientes a qualquer momento, assim que se justificar.

Em comunicado, Rui Moreira afirma

“o Hospital de Campanha foi uma das formas que tivemos de ajudar os hospitais, a quem também doamos ventiladores e outros materiais. Ele encaixou num plano que funcionou e que previu o ataque à pandemia de várias formas”.

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E acrescenta que

“se o não tivéssemos preparado tínhamos tido muito mais dificuldade em assegurar o nosso programa de rastreio aos lares e os hospitais tinham tido mais doentes internados e menos capacidade de tratarem os mais graves. Mas, sobretudo, nunca seríamos apanhados desprevenidos caso se tivesse repetido em Portugal a situação que presenciamos aqui ao lado em Espanha. É por isso que dizemos adeus ao hospital com grande satisfação, esperando que seja um adeus definitivo”.

Ainda não sabemos se será um “adeus” ou um “até já”, mas, tal como o Presidente da Câmara do Porto, esperamos que seja um adeus definitivo.

Foto de capa: @cmporto

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